o
criminoso
liga
ou
envia
mensagens
se
identificando
como
médico
,
diretor
clínico
ou
integrante
de
a
equipe
hospitalar
;
usa
nomes
verdadeiros
de
profissionais
,
fotos
retiradas
de
a
internet
e
,
em
alguns
casos
,
informações
reais
sobre
o
paciente
,
como
setor
de
internação
;
afirma
que
houve
um
agravamento
súbito
de
o
quadro
clínico
,
citando
doenças
graves
ou
termos
técnicos
para
dar
verossimilhança
;
diz
que
é
necessário
um
pagamento
urgente
,
geralmente
via
Pix
,
para
exames
,
medicamentos
ou
procedimentos
“
fora
de
a
cobertura
”
;
promete
reembolso
posterior
e
cria
um
clima
de
urgência
extrema
,
com
pressão
emocional
.