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AutorIP
Idade15
GêneroFemale
LínguaPortuguês Europeu
Ano escolar10
CidadeLisboa
Ano da composição2011
Tipo de textoNarrative

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No ultimo verão salvei uma vida, mas agora vou explicar como. Mais ou menos em finais de agosto eu e os meus melhores amigos, Magali e Cascão, fomos acampar para a Arrábida Natural de Setúbal, porque a Magali tem a casa do pai dela, por essa razão também tivemos de ajudar nas tarefas mais básicas do campo, como limpar e colocar cloro na piscina, podar as árvores e limpar lixo que possivelmente possamos ter espalhado pelo terreno. Todos os dias tínhamos aventuras fora do normal, exploramos grutas, subimos a montanha proibida, ou seja, aquela onde havia perigo de falso terreno ou da existência de animais. Foi nessa montanha, que o Cascão quis ser um herói e começar a brincar ao do poço, ambos o avisamos que era perigoso e foi que ele atirou uma pedra para o fundo do poço e ouvimos uma espécie de uivo. Espreitamos e vimos uma raposa, pequenina, indefesa no fundo, aflita. Ficamos nervosos e sem saber o que fazer, então eu e o Cascão, fizemos com a corda que amarrava a tenda, um baldinho com a madeira do chão e com muito cuidado ajudamos a pequenina raposa. A raposa tinha apenas a pata magoada, mas isso impossibilitava-a de andar, por isso levei-a ao colo até ao veterinário. Tudo foi realmente encantador mas ficou melhor. Todas as noites ela aparecia a rondar nossa tenda como uma verdadeira protetora e ao abandonar o seu posto (a tenda) ela uivava, anunciando a sua despedida.


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